De Mãos Abertas, de Punho Erguido

De Mãos Abertas, de Punho Erguido

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de mãos abertas e de punho erguido

Estes poemas foram publicados antes em dois livros: Diário de Campo e O Vento de Agosto no Pé do Ipê. Um ou outro podem haver sido publicados em outros livros meus o em revistas.

Uma primeira parte: de mãos abertas contém poemas sobre a vida do povo e o trabalho de homens e de mulheres do campo. A segunda parte; de punho erguido, fala das lutas do povo e de alguns de seus mortos.

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Este apanhado de poemas é dedicado ao povo da Cidade Estrutural, nas beiras pobres de Brasília e a gente que luta para que num canto do Cerrado um Santuário dos Pagés, não desapareça tragada pela voragem do capital e dos condomínios.

Brasília, 2 de dezembro de 2002

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